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segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Duas raças bovinas com melhoramento genético
As duas raças que foram testadas são os bovinos brangus e Canchim. As pesquisas foram feitas pelos especialistas da Embrapa Pecuária Sul em parceria com outras três unidades de pesquisa – Embrapa Pecuária Sudeste, Embrapa Gado de Corte e Embrapa Clima Temperado. Segundo o coordenador do projeto da raça Brangus, o pesquisador da Embrapa Pecuária Sul, Marcos Yokoo, o objetivo foi encontrar melhorias em algumas das características da raça. No caso do Brangus, buscou-se unir a rusticidade do zebuíno com maior resistência a parasitas, tolerância ao calor e habilidade materna, com as vantagens do Angus que oferece qualidade da carne, precocidade sexual e elevado potencial materno. Já no caso do Canchim, o cruzamento foi entre o zebuíno e o Charolês.
 
O objetivo geral da pesquisa é ampliar a base de fenótipos, de genótipos e os estudos de características não convencionais para a aplicação no desenvolvimento de três linhagens das referidas raças. “A primeira linhagem de Brangus é uma que seja resistente a parasitas, principalmente ao carrapato. A segunda é a linhagem com temperamento mais dócil e a terceira será uma linhagem testemunha das duas primeiras e melhorada para as características tradicionais”, explica o pesquisador.
 
Para observar o melhoramento genético de gado de corte é necessário cerca de 10 anos, ou seja duas ou três gerações. “Cada geração leva entre quatro e cinco anos para ter a genética atestada, pois os animais precisam crescer e se reproduzir e seus filhos serem provados e selecionados. E nós precisaremos de pelo mesmo duas gerações para definirmos bem as linhagens com as características perceptíveis e asseguradas do Brangus”, explica o pesquisador.
da redação do Nordeste Rural
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